PDF- -PLANO DE FORMAÇÃO - wpaebempostacom - Aspectos geológicos do Litoral Algarvio (1) por J. M. ALVEIRI NHO DIAS (2)

s geológicos do Litoral Algarvio (1) por J.

ALVEIRI NHO DIAS (2)...

Description

Geonovas (Lisboa

1988.

Aspectos geológicos do Litoral Algarvio (1) por

ALV EIRI N HO DIAS (2)

INTRODUÇÃO O Litoral Algarvio (Fig.

Com a extens~o de ce rca de 50 km de Odeceixe a Sagres e de cerca de 1 60 km de Sagres à foz do Guadiana,

em formações cuja idade vai sendo ma is re ce nte à medida que se ca minha para oriente.

Assim ,

o litoral é talhad o em formações paleozóicas.

Deste cabo para leste surgem sucessivamente forma ções jurássicas,

Na costa ex istem tipos litológicos muito variados,

rochas eruptivas e areias actuais.

Também no que resp eita ao clima de agitação marítima que atinge a costa se verifica va ri abi lidade.

O litoral a Norte do Cabo de São Vicente,

aberto à agitação marítima dominante (do quadrante de NW) do Atlântico,

é ventoso e afectado por ondulação altamente energética.

O litoral virado a Su l'encontra-se abrigado das condições dominantes no Atlântico Norte,

sendo a energia associada à ondulação que o atinge,

Com t roços v irados a NW,

esta parte do litoral algarvio responde de formas diferentes às agitações marít imas que o atingem (de SW,

Esta variabilidade ,

faz do Algarve região privilegiada para est udos de geolog ia li toral.

Tavira.

'Z.....

Fuzeta/' " Olhã o Far o

/-2 /-3

Fi g.

com indicação da localização das principais desig nações geográficas referidas no texto e dos tipos de cost a dominantes.

( 1) VI Curso de Actualização de Professores de Geociências (Montechoro,

1986 ).

Rua da Academia das Ciências,

Portu gal.

Actualmente no In sti tuto Hidrográfico,

Portugal.

O LITORAL DO ALGARVE

- 2 .0 ,

Podem considerar-se,

dois tipos de costa com características contrasta ntes : a) o litoral de arribas,

2.1 .

O litoral com arribas

o estudo do recuo e evolução geomorfológica das arribas não é simples.

Ocorrendo na interface litosfera / hidrosfera / /a tmosfera ,

as arribas sofrem a acção de processos muito variados,

da interacção dos quais resulta o tipo e intensidade do recuo.

Acresce ainda o facto de factores biológicos,

com particular ênfase nos antropozóicos,

se constitui rem como elementos perturbadores do sistema .

Na Fig.

Em consequência da erosão marinha na base das arribas,

instabilidade essa que induz movimentos de terras tais como deslizamentos rotacionais e planares e quedas de blocos.

O recuo das arribas pode,

Referem-se,

as arribas talhadas em materiais lávicos da ilha de Surtsey,

que recuaram cerca de 100 metros em 5 dias,

em consequência da erosão induzida por uma tempestade (SU NAMURA.

1983).

No estudo e evolu ção das arribas,

a aná lise e comparação de fotografias aéreas assim como de mapas antigos reve lam-se auxiliares preciosos.

Os mapas históricos,

se bem que tenham pequena precisão (frequentemente da ordem das dezenas de metros),

podem também fornecer indicações va lio-

Em comp lementaridade com os estudos referido:

é importante efectuar a análise dos perfis das arribas.

Recentemente ,

EMER Y & KUHN (1982) apresentaram um método de est udo destes perfis,

baseado na loca lização e relações geométricas,

o qual se tem revelado bastante eficaz.

A concavidade ou convexidade do perfil das arribas é condicionada pela taxa relativa de erosão por processos mari nhos e sub-aéreos,

bem como pela existência e loca lização,

das camadas mais resistentes (Figs.

3 e 4).

Em arribas activas de litolog ia homogénea,

sujeitas a intensa erosão marinha,

Se a erosão marinha diminui de importân cia relativamente à sub- aérea verifica

por arredondamento da parte superior e desenvolvimento de talude,

com inclinação da ordem dos 30°.

Em arriba s'subtraídas à acção dos processos erosivos marinhos,

o " adoçamento" do perfil continua,

gerando-se perfis sigmoidais por erosão da parte superior e deposição desses produtos na base da arriba (Fig.

A aplicação,

às arribas do Algarve,

dos métodos de est udo referidos (Figs.

apresentando por vezes taxas de recuo bastante elevadas (DIAS.

1984).

No entanto,

de arribas que atingiram estado fóssil,

o que aliás já tinha sido verificado por GODARD (1967).

Podem considerar-se,

na costa de arribas do Algarve,

ONDAS

L _______ _

Características das ondas na base da arriba

ção hidrãulical Força de ataque das ondas.

Topografia da pra ia e da elataforma prox 1ma_ _ _-'f------~ Sedirrento re prai a L---'----_

Acção mecânica _ _ _ _ _ _ _ _ .1

EROSI\O

MATERI AL DA ARRIBA

-----,

I geolÓgica IL _ _ _ _ _ _Estrutura _______ _

Sim Fig.

a erosão das arribas marinhas.

A erosão das arribas é fundamenta lmen te determinada

resistência do material que cons titui a arriba (adaptado de SUNAMURA,

1983 ).

M»S A

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