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Adoção de Inovação em Sistemas de Informações para Apoio ao Ensino: Um Estudo na Área de Saúde

O PROCESSO DE ADOÇÃO E DIFUSÃO DE NOVAS TECNOLOGIAS NAS

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ovação em Sistemas de Informações para Apoio ao Ensino: Um Estud...

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Adoção de Inovação em Sistemas de Informações para Apoio ao Ensino: Um Estudo na Área de Saúde Autoria: Gilberto Perez,

Ronaldo Zwicker,

Reynaldo Cavalheiro Marcondes

RESUMO Este trabalho tem por objetivo analisar os principais fatores que afetam a adoção de uma inovação tecnológica em Sistemas de Informações (SI) para o ensino na área de saúde.

Avaliam-se também os resultados dessa adoção para os professores envolvidos com essa inovação,

A pesquisa foi realizada junto a docentes dos cursos de medicina,

no período de junho a novembro de 2006.

Os dados coletados por meio de questionário foram tratados por meio da análise de regressão linear múltipla e da modelagem de equações estruturais.

Os resultados da pesquisa indicaram que a adoção do EClass é influenciada por características percebidas pelo uso dessa inovação e acarretam reflexos na percepção de novas possibilidades de inovação no ensino da área de saúde.

Dentre outras,

as características percebidas que se destacaram na pesquisa foram a Demonstração de Resultado e a Vantagem relativa.

INTRODUÇÃO Os Sistemas de Informação apoiados na tecnologia vêm se tornando um componente significativo em quase tudo o que as empresas fazem e a avaliação dos benefícios relacionados aos investimentos em tecnologia é um aspecto cada vez mais importante do processo de adoção destes sistemas (NICKERSON,

TURBAN et al.,

2006).

No campo do ensino,

os sistemas baseados na WEB possibilitam inúmeras aplicações voltadas ao descobrimento,

comunicação e colaboração,

os sistemas de apoio ao ensino,

de ensino a distância e trabalho a distância (TURBAN et al.,

2006).

A organização inovadora busca na adoção de novas tecnologias e processos a obtenção de diferenciais que permitam obter retornos melhores que seus concorrentes,

oferecendo um melhor atendimento a seus clientes,

o que levou diversos setores a investirem cifras cada vez maiores em Sistemas de Informações (SI) e,

em Tecnologia de Informação (TI).

Esses investimentos contemplam tecnologias que podem ser utilizadas para a coleta,

comunicação e distribuição de dados e informações.

Este é o caso de algumas instituições superiores de ensino que passaram a utilizar sistemas inovadores para oferecer uma série de facilidades a seus alunos,

com o objetivo de superar a pouca eficiência do processo tradicional de educação.

No caso dos SI modernos a sua utilização é cada vez mais descentralizada e tem levado diferentes grupos de trabalho a atuarem de forma colaborativa em prol de um objetivo comum,

o que dificilmente era possível de se conseguir com sistemas centralizados (LARSEN e McGUIRE,

1998).

Na área de saúde,

o investimento em inovação tecnológica constitui a regra.

A inovação típica diz respeito a tecnologia de alta complexidade,

os equipamentos de tomografia computadorizada,

de ressonância magnética e de raios-x digitais.

São equipamentos complexos e que necessariamente são operados por profissionais altamente especializados e dedicados ao seu uso.

A utilização desses equipamentos constitui a atividade fim destes profissionais,

interferindo muito pouco em rotinas organizacionais sendo que as eventuais dificuldades de sua adoção 1

podem ser superadas com o treinamento destes profissionais.

Diferentemente dessa situação,

a inovação em Sistemas de Informações em geral interpõe dificuldades de diversas naturezas que muitas vezes podem redundar na sua rejeição pelos usuários.

No contexto da área da saúde identificou-se como uma oportunidade de pesquisa a adoção da inovação em sistemas de informação ligados ao ensino para a formação de profissionais de diversas especialidades.

Dada a multiplicidade de aspectos envolvidos,

a inovação propiciada por sistemas de informações para apoio ao ensino,

nem sempre é percebida uniformemente.

Diante das observações anteriores,

definiu-se como objetivo desta pesquisa analisar os principais fatores que afetam a adoção de uma inovação tecnológica em Sistemas de Informações (SI) para o ensino na área de saúde.

Doravante,

os termos: fatores ou características serão utilizados com o mesmo significado.

Para isso,

buscou-se obter um melhor entendimento dos aspectos que participam do sucesso ou insucesso da adoção de um sistema utilizado para apoio ao ensino na área de saúde.

O texto que segue relata os procedimentos e os resultados de pesquisa realizada no âmbito da adoção do EClass,

um sistema de auxílio ao ensino descrito em item mais adiante,

por uma grande instituição de saúde situada na cidade de São Paulo,

a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo,

que é referência no ensino e formação de profissionais de medicina,

de enfermagem e de fonoaudiologia.

A aparente escassez de estudos relacionados à adoção de inovações tecnológicas de SI nessa área,

foi a justificativa do presente estudo.

FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Os sistemas de informações podem ser classificados de diferentes maneiras.

Do ponto de vista organizacional podemos ter sistemas de informações operacionais e sistemas de informações gerenciais.

Mas também podemos considerar os SI sob a perspectiva do número de pessoas ou empresas que fazem uso deles.

De acordo com essa tipologia,

Nickerson (2001) relaciona cinco tipos de sistemas de informações mais comuns: individuais,

inter-organizacionais e globais.

No âmbito do tipo de sistema considerado na presente pesquisa,

o Prontuário Médico Eletrônico se situa como um sistema de informações para grupos de trabalho e como um sistema de informações organizacionais.

O EClass tanto atende a requisitos de grupos de trabalho específicos quanto a requisitos da organização como um todo.

recuperação e uso da informação,

dados e conhecimento biomédicos para a resolução de problemas e tomada de decisão.

A Saúde é uma das áreas onde a necessidade de informação para a tomada de decisões é exemplar.

Para prover estas informações existe a Informática Médica que é o campo científico que lida com recursos,

dispositivos e métodos para otimizar o armazenamento,

recuperação e gerenciamento de informações biomédicas.

O crescimento da Informática Médica como uma disciplina deve-se,

aos avanços nas tecnologias de computação e comunicação,

à crescente convicção de que o conhecimento médico e as informações sobre os pacientes não são mais gerenciáveis por 2

métodos tradicionais baseados em papel,

e a certeza de que os processos de acesso ao conhecimento e tomada de decisão desempenham papel central na medicina moderna.

De acordo com Raitoharju e Laine (2006),

a aceitação de SI é um dos fatores críticos de sucesso para a obtenção dos benefícios esperados a partir dos investimentos efetuados com esse tipo de tecnologia.

Esses autores enfatizam que,

apesar dos vários estudos sobre a aceitação de SI,

muito pouco se sabe sobre quais fatores afetam o processo de adoção desse tipo de inovação tecnológica pelos profissionais de saúde.

A efetiva implementação e utilização desse tipo de tecnologia na área de saúde requerem cooperação entre as pessoas,

bem como o envolvimento dos médicos,

assistentes sociais e demais profissionais da área.

Para Lee (2004),

o uso de computadores no acompanhamento dos cuidados aos pacientes e documentação médica em geral representa uma mudança inovadora e um desafio significativo para as enfermeiras.

Esse autor alerta para o fato de que,

uma vez que os cursos de enfermagem não apresentam disciplinas envolvendo informática avançada,

esses profissionais tomam atitudes negativas com relação ao uso de computadores.

Atualmente estes profissionais precisam de suporte e especial atenção ao longo do desenvolvimento de sistemas voltados para o seu uso.

Considerando as áreas de interesse do Congresso do Sistema Brasileiro de Informática na Saúde de 2006,

algumas aplicações de SI na saúde estão relacionadas a seguir (SBIS,

• Sistemas de Apoio ao Ensino,

Educação à Distância e Aspectos Pedagógicos

• Apoio a educação em medicina por meio da Internet

• Prontuário eletrônico do paciente

• Telediagnóstico por imagem

• Sistemas de informações em saúde

• Sistemas de informações e gestão estratégica em saúde

• Informática em enfermagem

• Sistemas clínicos e sistemas de informação hospitalar

• Tecnologias wireless em saúde

• Redes e a integração da informação em saúde

Nesta relação destacam-se os Sistemas de Apoio ao Ensino,

Educação à Distância e Aspectos Pedagógicos,

a inovação tecnológica objeto da presente pesquisa.

Segundo Tidd et al.

Ainda para esses autores,

a inovação é o ato ou efeito de inovar,

Esse termo,

pois alguns entendem a inovação como invenção.

Para Pennings (1998) pode-se entender a inovação como a adoção de uma idéia,

a qual é tida como nova para o indivíduo ou outra entidade que a adota.

Nesse sentido estão inclusos novos produtos ou serviços,

novas tecnologias para produzir ou entregar o produto ou serviço,

Dosi (1988) cita o processo de inovação como: busca e descoberta,

imitação e adoção de novos produtos,

novos processos de produção e novas formas organizacionais.

Tushman e Nadler (1997) consideram que a inovação aplicada a produto,

serviço ou processo deve ser encarada como forma de competir em ambientes dinâmicos com contínuas mudanças tecnológicas,

os quais levam as empresas a adotarem a inovação no seu dia-a-dia.

Schumpeter (1982) alerta para o fato de que a inovação pode assumir várias formas

não sendo necessário que se invente algo novo,

podendo mesmo submeter uma idéia já existente a uma nova forma de realizá-la ou uma nova situação.

Na ótica do usuário da inovação,

Engel et al.

Para Jelinek (1997) inovação é uma atividade coletiva que ocorre com o passar do tempo e com a revisão contínua dos alicerces cognitivos e compartilhados dos participantes.

Para Drucker (2004) a inovação pode ser introduzida por meio de mudanças capazes de criar novas melhorias de desempenho organizacional.

A inovação pode ocorrer de forma não homogênea,

pode ser introduzida em graus ou níveis diferentes,

Basicamente ela pode ocorrer de duas formas: a inovação na forma de mudanças em produtos e serviços e a inovação na forma como o produto ou serviço passa a ser produzido ou oferecido (TIDD,

BESSANT e PAVITT,

TUSHMAN e NADLER,

1997).

Apesar da inovação e da tecnologia caminharem lado a lado,

a inovação não implica necessariamente na criação,

produção e comercialização apenas dos maiores avanços daquilo que é tido como o estado da arte em tecnologia (inovação radical).

Ela também pode incluir mudanças em pequena escala nas tecnologias já utilizadas atualmente,

mudança gradativa ou inovação incremental (TIDD,

BESSANT e PAVITT,

2005).

Entre os dois extremos a literatura apresenta um nível intermediário denominado inovação sintética (FREIRE,

2002).

geralmente integrantes de uma organização.

Por sua vez,

a adoção de uma inovação também é um processo,

os indivíduos e grupos decidem pelo seu uso,

como melhor curso de ação disponível.

A contrapartida da adoção é a rejeição,

quando ocorre a decisão pela não adoção.

Rogers (2003) define a difusão de uma inovação como um tipo de comunicação social,

no qual as mensagens transmitidas estão relacionadas com novas idéias.

A difusão é o processo pelo qual uma inovação é comunicada ao longo do tempo,

por meio de determinados canais,

entre os vários membros de um sistema social.

Nas últimas décadas vários autores estudaram as principais características ou atributos percebidos em uma inovação que facilitam a sua adoção,

inclusive as inovações em TI (ROGERS,

MOORE e BENBASAT,

KARAHANNA et al.,

TENG et al.,

AHUJA e THATCHER,

2005).

Em princípio a forma pela qual uma inovação é adotada depende diretamente dos atributos percebidos nessa inovação por seus usuários.

A identificação de cinco características percebidas da inovação é derivada da pesquisa de Rogers (1983) e da literatura sobre a difusão de inovação.

Larsen e McGuire (1998) referem4

se a tais características como sendo universais para estudos de adoção de inovações.

O Quadro 1 resume as cinco características referidas.

Quadro 1

Descrição Grau com o qual uma inovação é percebida como sendo melhor que seu precursor.

Grau com o qual uma inovação é percebida como sendo consistente com valores existentes,

necessidade e experiências passadas dos adotantes potenciais.

Grau com o qual uma inovação é percebida como sendo difícil de se usar.

Observabilidade

Grau com o qual o resultado de uma inovação é observável pela organização.

Experimentação

Grau com o qual uma inovação pode ser experimentada antes da adoção.

Fonte: Rogers (1983) Em complemento a essas características apontadas por Rogers,

outras duas adicionais foram identificadas na pesquisa de Moore e Benbasat (1991): a imagem e o uso voluntário,

Esses últimos autores desenvolveram um instrumento geral para ser utilizado na avaliação das várias percepções que um indivíduo pode ter sobre as características de uso de uma inovação.

Tais percepções decorrem do seu envolvimento com o processo de adoção,

de uma inovação tecnológica na forma de um novo sistema de informações.

Quadro 2

Descrição

Autor (es)

Vantagem Relativa

Grau em que uma inovação é percebida como melhor que seu precursor.

Rogers (1983)

Compatibilidade

Grau em que uma inovação é percebida como consistente com valores,

necessidade e experiências dos adotantes potenciais.

Rogers (1983)

Experimentação

Grau em que uma inovação pode ser experimentada antes da adoção.

Rogers (1983)

Facilidade de Uso

Grau em que uma inovação é percebida como fácil de se usar.

Imagem Uso Voluntário Visibilidade Demonstração de Resultado

Grau em que o uso de uma inovação é percebido para melhorar a imagem de um indivíduo ou status de um sistema social.

Grau em que o uso de uma inovação é percebido como voluntário ou espontâneo.

Moore e Benbasat (1991) Moore e Benbasat (1991) Moore e Benbasat (1991)

Grau em que uma inovação se torna visível para os indivíduos ou grupos de uma organização.

Moore e Benbasat (1991)

Grau em que os resultados do uso de uma inovação são tangíveis.

Moore e Benbasat (1991)

Fonte: Adaptado de Moore e Benbasat (1991) 5

Moore e Benbasat (1991) adotaram em seu estudo o termo facilidade de uso em substituição a complexidade identificada por Rogers (1983).

Além disso,

aqueles autores introduziram duas novas características: a visibilidade que derivou da característica observabilidade e a demonstração de resultado.

As características percebidas de uma inovação estudadas por Moore e Benbasat foram utilizadas nos procedimentos metodológicos e serão apresentadas em item mais adiante.

para que o corpo discente possa acessá-lo de forma igualmente ágil.

O sistema (atualmente na versão 1.1) tanto permite aos professores colocarem avisos para seus alunos,

como permite aos alunos se comunicarem com seus professores por meio de avisos.

Um recurso também disponível nesse sistema é o Fórum,

por meio do qual pode ocorrer a comunicação entre o professor e seus alunos,

A instituição pretende,

colocar no sistema as chamadas aulas magnas,

ou palestras de professores e pesquisadores visitantes.

O Eclass é um ambiente de aprendizagem e tem relevância na Faculdade por ser uma instituição de ensino.

É uma ferramenta adicional oferecida aos alunos e que tem por objetivo a melhoria da qualidade do ensino.

Esse ambiente informacional flexibiliza para professores e alunos a disponibilidade de material didático pedagógico.

É importante ressaltar que o sistema foi desenvolvido na plataforma PHP com servidor Linux®,

é de fácil acesso.

O sistema executa em qualquer tipo de ambiente WEB.

Para a instituição é fácil colocar num ambiente Linux,

pois tem custos relativamente baixos em termos de servidor e de sistemas operacionais,

de ambiente livre e software livre.

O uso do Eclass é voluntário e todo professor tem acesso ao ambiente,

uma vez que é proporcionado um treinamento para que ele possa utilizá-lo.

A estratégia da direção da Faculdade foi adotar o sistema como uma ação institucional,

como uma inovação da própria instituição como parte de uma política institucional que tem como meta a utilização deste ambiente.

Por esse motivo é que se decidiu por não impor a todos os professores a utilização,

facilitar a criação de uma cultura internamente para a sua utilização.

A área de TI da Faculdade realizou vários cursos de capacitação e treinamento aos professores,

sobre a disponibilização de conteúdo,

a elaboração de fórum e a estatística de acesso dos alunos.

Com relação aos alunos,

não houve necessidade de treinamento,

pois eles entram no sistema e escolhem o professor e,

decidem a área que vão acessar.

Com relação à,

não se fez uma avaliação sobre a percepção dos professores ou alunos.

Alguns professores são entusiastas de informática e gostam de trabalhar com esse ambiente e disponibilizam bastante conteúdo na rede.

O nível de utilização está maior e a faculdade começa a pensar em verificar o nível de satisfação dos professores e de alunos 2.5 Perfil da Instituição Pesquisada A Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo se consolidou durante a década de 1950 pela atividade de profissionais que voluntariamente atendiam os doentes.

Documentos dessa época registraram essa iniciativa do corpo clínico,

como se percebe em ofício enviado àquela época à mesa administrativa,

datado de 20/04/1956 e assinado por representantes do Corpo Clínico da época.

Daquela época histórica até os dias de hoje,

muito ganhou a Faculdade (FCMSCSP,

2006).

Embora de início tivesse de contar com a presença de docentes de outras instituições,

como a Faculdade de Medicina da USP,

a Escola Paulista de Medicina,

o Hospital do Juqueri e o Instituto Butantã,

progressivamente seus próprios docentes foram se titulando.

Muitos obtiveram a titulação de livres-docentes,

outros complementaram seus mestrados e doutorados em outras instituições e a maioria foi,

se titulando na própria Faculdade,

após a criação de seus diversos cursos de pós-graduação.

Hoje são 410 docentes,

dos quais 270 são titulados (FCMSCSP,

2006).

A Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo está inserida no Complexo Hospitalar da Irmandade de Misericórdia da Santa Casa de São Paulo.

O Hospital Central conta com cerca de 770 leitos,

Cirurgia,

Clínica Médica,

Obstetrícia e Ginecologia,

Ortopedia e Traumatologia),

Unidades de Tratamento Intensivo e toda a infra-estrutura de suporte diagnóstico e procedimentos.

Executa todos os tipos de atendimentos,

incluindo-se transplantes de órgãos (córnea,

medula óssea e fígado) (FCMSCSP,

2006).

PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Para se atingir o objetivo geral do trabalho,

qual seja analisar os principais fatores que afetam a adoção de uma inovação tecnológica em Sistemas de Informações (SI) para o ensino na área de saúde,

estabeleceu-se como objetivos específicos: (a) avaliar o impacto causado pelos diferentes fatores determinantes da adoção da inovação tecnológica

(b) identificar os resultados obtidos pela sua adoção e (c) avaliação do modelo de equações estrutural proposto.

A opção foi por uma abordagem metodológica quantitativa,

com a intenção de se quantificar a dependência da adoção da inovação das características percebidas pelo uso de uma inovação,

segundo os conceitos de Rogers (1983) e Moore e Benbasat (1991).

O estudo enfocou os aspectos de adoção,

uso da tecnologia e os resultados decorrentes da adoção e uso.

Utilizou-se para a coleta das informações um questionário composto por perguntas fechadas que foi respondido pelos diversos usuários do EClass: professores das áreas de medicina,

A amostra adotada foi do tipo não probabilístico por conveniência,

tendo em vista a sua delimitação a um ambiente específico.

Como técnica de análise dos dados obtidos foi utilizada a Modelagem de Equações Estruturais (Structural Equation Modeling

- SEM).

A SEM não designa uma técnica única,

mas uma família de procedimentos relacionados (KLINE,

2005).

Para Hair et al.

(2005),

a SEM engloba uma família inteira de modelos conhecidos por muitos nomes,

entre eles a análise de estrutura de covariância,

análise de variável latente,

análise fatorial confirmatória,

ou simplesmente análise LISREL.

A Modelagem de Equações Estruturais utiliza uma série de relações de dependência simultaneamente sendo particularmente útil quando uma variável dependente se torna independente em subseqüentes relações de dependência (HAIR et al.,

2005).

Esse conjunto de relações,

cada uma envolvendo variáveis dependentes e independentes,

é a base da SEM.

Para avaliar a adoção de uma inovação em SI,

no âmbito das características percebidas,

foi utilizada uma adaptação do instrumento desenvolvido por Benbasat e Moore (1991).

Um questionário quantitativo com 33 perguntas fechadas foi aplicado junto aos usuários do EClass.

O modelo considerado pela modelagem de equações estruturais está representado na Figura 1.

Nesse modelo observa-se que o uso de uma inovação tecnológica é determinado pelas características percebidas pelo uso dessa inovação.

Esse uso é inferido a partir da declaração pelo usuário sobre o grau de uso da inovação,

bem como pela declaração de intensificar o seu uso.

Como conseqüência disso se estabelece a percepção de novas alternativas de melhorias em processos e serviços,

alternativas de desenvolvimento de novos processos e serviços,

e de perspectivas para mais inovações.

Figura 1

pela adoção de um sistema de apoio ao ensino na área de saúde.

A partir do momento em que os professores começam a perceber as características do sistema,

ele passa a ser utilizado rotineiramente por esses usuários.

Como conseqüência desse uso os profissionais podem executar melhor o seu trabalho,

atender seus alunos de forma mais efetiva e criar novas formas de executar suas tarefas.

Na medida em que estes resultados são percebidos,

novas idéias são formuladas e novas perspectivas de inovação ficam aparentes.

A partir do modelo apresentado na Figura 1 foram formuladas as seguintes hipóteses do estudo,

com referência às características percebidas pelo uso de uma inovação tecnológica na área de saúde,

a serem testadas: H1: A característica Vantagem Relativa afeta significativamente a adoção de uma inovação tecnológica.

H2: A característica Uso Voluntário afeta significativamente a adoção de uma inovação tecnológica.

H3: A característica Compatibilidade afeta significativamente a adoção de uma inovação tecnológica.

H4: A característica Imagem afeta significativamente a adoção de uma inovação tecnológica.

H5: A característica Facilidade de Uso afeta significativamente a adoção de uma inovação tecnológica.

H6: A característica Demonstração de Resultado afeta significativamente a adoção de uma inovação tecnológica.

H7: A característica Visibilidade afeta significativamente a adoção de uma inovação tecnológica.

H8: A característica Experimentação afeta significativamente a adoção de uma inovação tecnológica.

Com relação aos resultados da adoção de uma inovação,

a hipótese formulada foi a que segue: H9: Os processos e serviços são impactados positivamente pela adoção de uma inovação tecnológica.

ANÁLISE DOS DADOS A composição mínima da amostra baseou-se em recomendações de Hair et al.

(2005),

que sugere um número de 5 a 10 questionários (observações) preenchidos por variáveis latentes formativas estudadas (caminhos que recebem seta no modelo estrutural).

No caso do presente estudo foram nove (9) variáveis para atender ao modelo proposto.

Para o tratamento dos dados foi utilizado o software SmartPLS® Versão 2.0.M3,

executado em ambiente Windows XP®,

para a validação do modelo estrutural proposto originalmente.

Em todas as etapas adotou-se a mesma parametrização indicada por seu fornecedor.

Ao se executar o algoritmo de bootstrapping para calcular os valores do teste t utilizou-se o número 500 para o total de simulações aleatórias e n para o tamanho de cada amostra.

Segundo Hair et al.

(2005),

esse procedimento é um tipo de reamostragem aleatória na qual os dados originais são repetidamente processados com substituição para estimação do modelo.

As variáveis utilizadas no modelo estrutural proposto foram obtidas pelas assertivas do questionário quantitativo aplicado aos usuários do EClass e estão indicadas no Quadro 3.

As variáveis utilizadas para a avaliação do uso de uma inovação foram: P_US1 e P_US2.

As assertivas para obtenção das variáveis relativas às características percebidas de uso da inovação tecnológica estudadas (v1 a v27) foram elaboradas com base no instrumento resultante do estudo de Moore e Benbasat (1991).

O indicadores do resultado do uso do EClass foram obtidos por meio das variáveis v28 a v33.

Quadro 3

Variável

Considero-me um usuário intensivo do EClass Assim que possível pretendo utilizar mais intensamente o EClass Meus superiores não me obrigam a utilizar o EClass Usando o EClass posso realizar minhas tarefas mais rapidamente Eu tive várias oportunidades de experimentar aplicações para o EClass As pessoas da minha instituição que usam o EClass têm um perfil diferenciado O uso do EClass torna mais fácil a realização do meu trabalho Acredito que é fácil utilizar o EClass para fazer o que eu preciso fazer Acredito que posso comunicar aos outros as conseqüências do uso do EClass O uso do EClass me possibilita um maior controle do meu trabalho Entendo que o uso do EClass ajusta-se bem à forma que eu gosto de trabalhar O uso do EClass não é percebido em minha instituição As pessoas da minha instituição que usam o EClass têm maior prestígio do que aquelas que não usam Antes de decidir a usar o EClass eu pude experimentá-lo corretamente O uso do EClass melhora a qualidade do meu trabalho Minha interação como o EClass é clara e de fácil compreensão Os resultados do uso do EClass são aparentes para mim É fácil observar outras pessoas utilizando o EClass em minha instituição Não tenho dificuldades para explicar por que o uso do EClass pode ou não ser benéfico Embora seja útil,

usar o EClass não é obrigatório em meu trabalho Na minha instituição pode-se encontrar o EClass em vários computadores No geral,

acredito que o EClass é fácil de ser utilizado O uso do EClass ajusta-se ao meu estilo de trabalho Aprender a usar o EClass é fácil para mim O uso do EClass é compatível com todos os aspectos do meu trabalho Me foi permitido usar o EClass a título de teste,

o tempo suficiente para entender o que poderia fazer O uso do EClass melhora minha efetividade no trabalho Não tive dificuldades para dizer aos outros sobre os resultados do uso do EClass Usar o EClass é um símbolo de status em minha instituição O uso do EClass possibilita a criação de novos serviços ou processos O uso do EClass permite melhorar a form